Axm

Pertinência

\in

∈ é um épsilon (ε) estilizado — inicial do grego *estí*, "é". Fixado por Giuseppe Peano em 1889.

Símbolo

\in é um épsilon (ε\varepsilon) estilizado — inicial do grego estí, "é". Foi Giuseppe Peano quem o fixou, em 1889, justamente para marcar que "aa é um dos objetos de AA". aAa \in A lê-se aa pertence a AA; a negação é aAa \notin A.

Definição

aAa \in A afirma que o objeto aa é um elemento do conjunto AA. É a relação fundamental da teoria dos conjuntos: tudo o mais — subconjunto, união, interseção — é construído a partir dela.

Aviso

Pertinência não é subconjunto. \in relaciona um elemento a um conjunto; \subseteq relaciona dois conjuntos. Confundir os dois é o erro mais comum no assunto. O que decide é o que está de cada lado do símbolo:

  • 2{1,2,3}2 \in \{1, 2, 3\} — verdadeiro: 22 é um dos elementos.
  • {1}{{1},{2}}\{1\} \in \{\{1\}, \{2\}\} — verdadeiro: {1}\{1\} é um dos elementos.
  • {1}{1,2}\{1\} \subseteq \{1, 2\} — verdadeiro, mas é outra relação: {1}\{1\} é subconjunto. De fato, {1}{1,2}\{1\} \notin \{1, 2\} — não é elemento.

Registro computacional

in testa pertinência:

2 in {1, 2, 3}   # True

A pergunta que define um conjunto é exatamente esta — pertence? — e \in é o símbolo que a faz.